Identidade e uso
Quem desenvolve a solução, qual versão está em uso, para que ela serve e quais são seus limites.
UMA PROPOSTA PARA DISCUSSÃO
Um padrão aberto para que desenvolvedores e instituições compartilhem informações sobre sistemas de inteligência artificial de forma clara, verificável e atualizada.
Proposta apresentada pelo ArkMED · Versão 0.2
Uma proposta aberta para diferentes participantes do setor.
01 / O DESAFIO
Hospitais e clínicas precisam entender quais ferramentas de IA utilizam, para que servem e quais evidências apoiam seu uso. Essas informações podem estar dispersas entre documentos, contratos e comunicações de fornecedores.
Quando uma ferramenta muda, a instituição precisa saber o que mudou e avaliar o impacto no seu contexto. Uma forma comum de compartilhar essas informações pode tornar esse trabalho mais claro e contínuo.
02 / A IDEIA
A proposta reúne um conjunto mínimo de informações que pode ser disponibilizado pelos fornecedores e utilizado por diferentes sistemas, com acesso adequado a cada tipo de conteúdo.
Quem desenvolve a solução, qual versão está em uso, para que ela serve e quais são seus limites.
Quais estudos sustentam o uso, quais riscos são conhecidos e como funciona a supervisão humana.
O que foi atualizado, quais avisos precisam ser conhecidos e quando uma revisão pode ser necessária.
Informações declaradas precisam de fontes e avaliação. A disponibilidade de uma atualização não confirma que ela esteja em uso nem aprova sua adoção.
03 / BENEFÍCIOS COMPARTILHADOS
A proposta foi pensada para ser adotada por diferentes organizações e implementada por diferentes desenvolvedores.
Organizar informações uma vez e reutilizá-las em diferentes integrações pode reduzir trabalho repetido e facilitar a comunicação com instituições. APIs podem conectar sistemas, enquanto arquivos JSON podem organizar essas informações em um formato estruturado.
Interfaces abertas permitem criar catálogos, ferramentas de auditoria e plataformas de governança compatíveis, sem depender de um fornecedor específico.
Reunir evidências, acompanhar alterações e documentar decisões pode apoiar o cuidado responsável e a escolha de soluções adequadas a cada realidade.
04 / NA PRÁTICA
Imagine uma ferramenta que apoia a análise de exames em um hospital.
O fornecedor informa uma mudança relevante e apresenta as evidências disponíveis.
A instituição verifica a versão que realmente utiliza e avalia os impactos para seus pacientes e profissionais.
As pessoas responsáveis registram a decisão: manter, atualizar ou restringir o uso, conforme o caso.
Exemplo ilustrativo. A decisão permanece com as pessoas responsáveis.
05 / RESPONSABILIDADE
O formato proposto é aberto para diferentes implementações. Isso não significa tornar públicos dados de pacientes ou informações confidenciais. Evidências detalhadas podem ter acesso controlado, de acordo com sua natureza e as regras aplicáveis.
A proposta é uma iniciativa para discussão, não uma exigência geral de API já estabelecida. Ela não substitui a regularização sanitária, a avaliação institucional ou as responsabilidades dos profissionais de saúde.
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06 / CONSTRUÇÃO COLETIVA
O caminho sugerido começa com adesão voluntária, participação de fornecedores de diferentes portes e pilotos com instituições de saúde. O objetivo é testar a utilidade da troca de informações e aperfeiçoar a proposta a partir da experiência.
Desenvolvedores, profissionais, pesquisadores, instituições e representantes de pacientes têm um papel importante nessa construção. A governança e a evolução do padrão devem ser discutidas de forma multissetorial.
O ArkMED é a entidade proponente desta iniciativa. A proposta está em desenvolvimento e aberta a contribuições.
07 / PERGUNTAS FREQUENTES
Respostas diretas sobre a troca de informações para governança de inteligência artificial em saúde.
É uma proposta do ArkMED para organizar e compartilhar informações sobre sistemas de IA utilizados na saúde. Ela sugere uma forma comum de apresentar finalidade, versões, evidências, limitações e mudanças, que possa ser adotada por diferentes organizações.
Desenvolvedores de IA podem compartilhar informações em um formato comum; criadores de sistemas podem construir integrações e ferramentas compatíveis; e instituições de saúde podem usar essas informações para apoiar suas avaliações e decisões.
Uma API pode conectar sistemas. Um arquivo JSON assinado, disponibilizado de forma segura, também é uma alternativa proposta para a etapa inicial. Informações públicas e evidências de acesso restrito exigem cuidados diferentes.
Não. Trata-se de uma proposta para discussão e adoção voluntária inicial. Ela não substitui a regularização sanitária aplicável, a avaliação institucional ou a supervisão humana. A Resolução CFM nº 2.454/2026 aborda governança e interoperabilidade, mas não estabelece uma obrigação geral dessa API para todos os fabricantes.
Não. O núcleo público proposto reúne informações sobre a solução e sua governança. Dados pessoais e documentos confidenciais devem ser protegidos, e o acesso a evidências detalhadas deve respeitar sua finalidade e as regras aplicáveis.
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Conheça o documento completo e compartilhe suas ideias sobre como tornar a governança de IA em saúde mais transparente e acessível.
Minuta para discussão · Versão 0.2
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